sexta-feira, 25 de junho de 2010
início
Uma sequencia de batidas incessantes - que pareciam vir de uma caneta - ao meu lado me dava um incomodo que se dispersava em vários aspectos.O incômodo do barulho em si,o falta de consciencia de quem o fazia,e a minha fobia de estragar atividades (fossem elas quais fossem). Num ato automático, como se eu estivesse falando com alguém fragilíssimo, pedi para que fizesse pausa. Como previ, de ambos, senti um tom de desculpas no ar,mesmo no silêncio,eu senti.Como é de praxe,meus primeiros dias naquela classe não foram,nem de longe,os mais agradáveis.Incluindo o episódio da canetinha nervosa,é claro.Estar longe de Haley já estava sendo um tormento,começando pelo fato de que as atenlções já não se dirigiam a mim (posso dizer que ela desviou de mim como se estivesse prestes a atropelar um pobre animal)e também porque eu tinha certa veneração a Haley.